segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Administrar: receber e repassar valores ou fazer gestão?

 Atualmente no mercado imobiliário, o que observamos é a administração de bens imóveis feita no modo tradicional, como sempre foi feito, há muitos e muitos anos; como as pequenas, médias imobiliárias de bairro, que em sua maioria não se atualizaram, e mantém suas carteiras, baseadas no tempo e na confiança que adquiriram dos proprietários neste período.

Basicamente coletam o valor do aluguel, cuidam das contas de consumo e dos impostos como sempre fizeram, mantém locatários muitas vezes por muitos e muitos anos; sem grandes problemas, mas também sem atualizações inclusive no imóvel. 

Por outro lado, temos o extremo da modernidade, traduzida em aplicativo, onde praticamente o contato humano é inexistente, ou quando existe é impessoal. Onde o objetivo básico, também é garantir que o valor do aluguel entre na conta em uma determinada data, pagando-se para isso um valor em taxa extremamente elevado, tanto para um lado, quanto para o outro. Qualquer evento não programado não tem como ser sustentado pelo sistema, pois ele é um aplicativo; logo terá que ser resolvido pelas partes.

Nos dois extremos observamos que fica impossível fazer o que eu chamo de gestão com objetivo aplicado. Que consiste em defender os interesses do proprietário, quanto ao recebimento de suas receitas e conservação de seu patrimônio e os interesses do locatário, que é de usufruir do bem seja para moradia ou trabalho para seu conforto e/ou objetivos. Observem que não são opostos e não competem um com o outro, só precisam ser geridos para que ambos tirem o máximo de aproveitamento em suas pontas.

A técnica é desenvolvida a partir de conhecimentos da Psicologia Moderna, Direito Imobiliário, Conciliação, Mediação e Negociação.


Por Mônica Kimura, formada em Psicologia, pela Uni FMU, corretora de imóveis, empresária, especialista em administração e gestão de locações, especialista em treinamento, pós graduanda em "Conciliação, Mediação, Arbitragem e Negociação" pela Faculdade Legale.


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